A modalidade de Judô, do ponto de vista da organização da CCO, a qual é responsável pela estrutura física e atendimento as necessidades para o desenvolvimento da competição, terminou da forma que começou. Ficou devendo.
Chegamos ao ponto de ter a competição interrompida por falta da presença do médico e de materiais básicos para os primeiros socorros.
Como justificando a falha, a Fesporte comunicou que a culpa era da CCO, responsabilidade do município sede.
Será que a Fesporte não poderia designar com antecedência 1 ou 2 de seus tantos colaboradores, para fiscalizar e aconselhar o andamento dos trabalhos de responsabilidade da CCO?
Destaco que o trabalho da coordenação da modalidade, que era responsável pelo andamento da competição de Judô, ocorreu na mais perfeita ordem.
Prof. Claudio Marcelo de Almeida
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Começou os Jogos Abertos
Escrevi esta matéria no Sábado a noite, porém só consegui publicá-la hoje, sendo assim, vai na íntegra.
Escrevo de Brusque, cidade sede da edição cinqüentenária dos Jogos Abertos de Santa Catarina. Em 50 anos dava pra comissão central organizadora ter evoluído um pouco mais no quesito organização. É inadmissível chegar no ginásio apenas meia hora antes do horário marcado para o início da competição e ele está trancado, a competição ter que iniciar sem a presença de uma ambulância, sem ter a disposição materiais básicos de primeiros socorros e uma equipe médica qualificada para atender em eventos esportivos.
Prof. Claudio Marcelo de Almeida
Escrevo de Brusque, cidade sede da edição cinqüentenária dos Jogos Abertos de Santa Catarina. Em 50 anos dava pra comissão central organizadora ter evoluído um pouco mais no quesito organização. É inadmissível chegar no ginásio apenas meia hora antes do horário marcado para o início da competição e ele está trancado, a competição ter que iniciar sem a presença de uma ambulância, sem ter a disposição materiais básicos de primeiros socorros e uma equipe médica qualificada para atender em eventos esportivos.
Prof. Claudio Marcelo de Almeida
O custo a pagar
Assistindo o globo esporte sexta feira 10/11 não tinha como deixar de observar a matéria que falava de um garoto de 14 anos de idade, o qual é descendente de uma família de nadadores, e, recentemente conquistou uma medalha de ouro nos jogos escolares na modalidade de natação. Sem dúvida, a conquista do menino deve ser respeitada e aplaudida por todos. No entanto, me chamou atenção, a maneira como esta medalha foi conquistada.
O repórter elucidou; “treinamentos 3 horas por dia, 6 dias por semana”. Destacou o garoto como “talento esportivo”.
A meu ver este menino seria sim um talento esportivo, caso tivesse obtido tal conquista treinando no máximo 90 minutos 2 vezes por semana.
Três horas, seis vezes por semana!! Considero isto assassinato da infância, quando não exploração do trabalho infantil.
Uma criança de 14 anos, trabalhar para contribuir com a renda da família, não pode, a lei não permite. Ser submetida a seções de treinamentos exaustivos, isto é permitido.
Pergunto: até as Olimpíadas de 2016 quantas infâncias serão achatadas, ceifadas das muitas crianças brasileiras? Será este o preço da glória olímpica?
Prof. Claudio Marcelo de Almeida.
O repórter elucidou; “treinamentos 3 horas por dia, 6 dias por semana”. Destacou o garoto como “talento esportivo”.
A meu ver este menino seria sim um talento esportivo, caso tivesse obtido tal conquista treinando no máximo 90 minutos 2 vezes por semana.
Três horas, seis vezes por semana!! Considero isto assassinato da infância, quando não exploração do trabalho infantil.
Uma criança de 14 anos, trabalhar para contribuir com a renda da família, não pode, a lei não permite. Ser submetida a seções de treinamentos exaustivos, isto é permitido.
Pergunto: até as Olimpíadas de 2016 quantas infâncias serão achatadas, ceifadas das muitas crianças brasileiras? Será este o preço da glória olímpica?
Prof. Claudio Marcelo de Almeida.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
A Geração do Futuro
No último sábado, dia 04 de setembro, foi realizado na cidade de Florianópolis - SC o campeonato regional da categoria infantil (9 e 10 anos) e da categoria infanto (11 e 12 anos). Neste evento oficial da FCJ e de cunho competitivo, nós professores do Clube Atlético Baependi, optamos em participar com apenas 3 crianças, as quais ao nosso ver já apresentam maturidade e tempo de prática suficiente para participar de um torneio desta natureza.
Entendemos que as crianças, para competirem necessitam além de conhecimento técnico, compreender que em competição uns ganham sobre a derrota de outros. Sendo assim, nem sempre ganhar é possível.
Participaram; João Guilherme Silva, na categoria infantil, Letícia Codignole e Luiza Karoline Martins, na categoria infanto. Letícia obteve o primeiro lugar, Luiza o segundo e João a quinta colocação em suas respectivas categorias de peso.
Prof. Claudio Marcelo de ALmeida.
Entendemos que as crianças, para competirem necessitam além de conhecimento técnico, compreender que em competição uns ganham sobre a derrota de outros. Sendo assim, nem sempre ganhar é possível.
Participaram; João Guilherme Silva, na categoria infantil, Letícia Codignole e Luiza Karoline Martins, na categoria infanto. Letícia obteve o primeiro lugar, Luiza o segundo e João a quinta colocação em suas respectivas categorias de peso.
Prof. Claudio Marcelo de ALmeida.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Jogos Abertos
Participaremos dos Jogos Abertos de Santa Catarina, o qual será realizado nos dias 11, 12 e 13 de setembro na cidade de Brusque.
A equipe representando Jaraguá do Sul é 100% composta por judocas que treinam e residem nesta cidade e região. Isto é, não temos atletas importados de outros estados.
São eles no masculino: peso super ligeiro (até 55 Kg) Rodrigo Pereira, peso ligeiro (até 60 kg) Pietro Emanuel Marthendal, peso meio leve (até 66 kg) André hohl, peso leve (até 73 kg) Laércio Leite, peso meio médio (até 81kg) João Scarton Weber, peso médio (até 90 kg) Rogério Luis telles e peso pesado (+ de 100 kg) Alexandro Schiftter. João Casemiro será reserva na categoria meio leve.
No feminino a representante será Natany Pazzetto no peso meio leve (até 57 kg).
Temos por objetivo representar bem Jaraguá do Sul, pois sabemos que na briga pelos primeiros lugares estarão cidades como Joinville, Florianópolis, Itajaí, Blumenau e ainda cidades como Joaçaba e outras, assim como nós, correm por fora buscando bons resultados.
prof. Claudio Marcelo de Almeida
A equipe representando Jaraguá do Sul é 100% composta por judocas que treinam e residem nesta cidade e região. Isto é, não temos atletas importados de outros estados.
São eles no masculino: peso super ligeiro (até 55 Kg) Rodrigo Pereira, peso ligeiro (até 60 kg) Pietro Emanuel Marthendal, peso meio leve (até 66 kg) André hohl, peso leve (até 73 kg) Laércio Leite, peso meio médio (até 81kg) João Scarton Weber, peso médio (até 90 kg) Rogério Luis telles e peso pesado (+ de 100 kg) Alexandro Schiftter. João Casemiro será reserva na categoria meio leve.
No feminino a representante será Natany Pazzetto no peso meio leve (até 57 kg).
Temos por objetivo representar bem Jaraguá do Sul, pois sabemos que na briga pelos primeiros lugares estarão cidades como Joinville, Florianópolis, Itajaí, Blumenau e ainda cidades como Joaçaba e outras, assim como nós, correm por fora buscando bons resultados.
prof. Claudio Marcelo de Almeida
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Festival Joinvilense
Participamos Sábado, 28 de agosto, do vigésimo oitavo festival Joinvilense de Judô, o qual foi realizado no Joinville Garten Shopping.
Somos supeitos em falar deste evento, por fazermos nós mesmos parte da organização. Porém, a verdade seja dita, se alguém discordar que se manifeste.
O festival Joinvilense dá show em organização, premiação e calor humano.
A preocupação central é voltada para o bem estar dos participantes, para isso cada categoria de idade é tratada de forma personalizada. Se para os menores, de 4 a 6 anos, não há competição e sim uma apresentação e no final todos são agraciados com medalhas iguais, para os maiores as categorias são organizadas respeitando itens como peso, idade e "graduação", já os adultos são organizados em grupos onde, além dos itens anteriores, também é considerado o nível técnico. Todos os participantes recebem como premiação, uma medalha personalizada e uma linda camiseta alusiva ao evento.
Ressaltamos que este evento, com tamanho sucesso só é possível graças ao comprometimento de uma equipe, na qual fazem parte alunos e professores de Judô, de Joinville e Jaraguá do Sul.
Parabéns a todos e destaco a competência dos Prof. Silvio, Icracir e Junior.
Prof. MSc. Claudio Marcelo de Almeida
Somos supeitos em falar deste evento, por fazermos nós mesmos parte da organização. Porém, a verdade seja dita, se alguém discordar que se manifeste.
O festival Joinvilense dá show em organização, premiação e calor humano.
A preocupação central é voltada para o bem estar dos participantes, para isso cada categoria de idade é tratada de forma personalizada. Se para os menores, de 4 a 6 anos, não há competição e sim uma apresentação e no final todos são agraciados com medalhas iguais, para os maiores as categorias são organizadas respeitando itens como peso, idade e "graduação", já os adultos são organizados em grupos onde, além dos itens anteriores, também é considerado o nível técnico. Todos os participantes recebem como premiação, uma medalha personalizada e uma linda camiseta alusiva ao evento.
Ressaltamos que este evento, com tamanho sucesso só é possível graças ao comprometimento de uma equipe, na qual fazem parte alunos e professores de Judô, de Joinville e Jaraguá do Sul.
Parabéns a todos e destaco a competência dos Prof. Silvio, Icracir e Junior.
Prof. MSc. Claudio Marcelo de Almeida
Nem todo dia é dia
A participação da equipe de Judô de Jaraguá do Sul nos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, não obteve os resultados que de fato havia condições de obter. Isto é, tivemos uma performance muito aquém da qual esperávamos.
Os fatores que implicaram para isso, podemos conjecturar algumas coisas, no entanto, nunca saberemos qual foi o determinante. Pois o atleta ao competir não se reduz a uma estrutura técnica/física dissociada de todo o restante de sua existência humana. Compete envolvido e comprometido com toda sua complexidade humana.
Prof. MSc. Claudio Marcelo de Almeida
Os fatores que implicaram para isso, podemos conjecturar algumas coisas, no entanto, nunca saberemos qual foi o determinante. Pois o atleta ao competir não se reduz a uma estrutura técnica/física dissociada de todo o restante de sua existência humana. Compete envolvido e comprometido com toda sua complexidade humana.
Prof. MSc. Claudio Marcelo de Almeida
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